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Guardiãs da Floresta
Quem é a gente

Todas portodas.

As Guardiãs serão referência, multiplicadoras de saberes.

Fortalecer autonomia

Conhecimento tradicional e formal, lado a lado.

Nossa luta é para romper barreiras de gênero, valorizando estas mulheres para inspirar as próximas gerações. Proteção e valorização da base social e produtiva do Território do Marajó: as mulheres.

Estamos desenvolvendo uma plataforma que junta formação a distância e presencial, para valorizar saberes tradicionais, oferecer capacitação em sociobioeconomia, promover saúde integral feminina, bem-estar, direitos e cidadania.

Conservação ambiental, justiça social e territorial. Com gênero no centro das estratégias.

Ficha do projeto

Território
Arquipélago do Marajó, Pará
Realização
Instituto Ajuri
Instituição âncora
Instituto Sincronicidade para a Interação Social (ISPIS)
Parceria
Conselho Nacional de Extrativistas (CNS)
Duração
36 meses, de 2026 a 2029
Com quem
Mulheres extrativistas e ribeirinhas

Equidade de gênero

Mulheres no centro das decisões sobre o território, a renda e o cuidado.

Saberes em diálogo

O conhecimento ribeirinho conversa de igual pra igual com o conhecimento formal.

Transição justa

Sustentabilidade que não deixa ninguém pra trás, porque a floresta vale mais viva.

Quando uma mulher do Marajó aprende, ela não guarda só pra si. Ela ensina a próxima, e a floresta inteira respira.

Polo de Saberes

O território do Marajó

As comunidades que formam a rede, conectadas pelos rios. Toque em um ponto para ver as comunidades em que atuaremos.

Faça parte da rede que
mantém a floresta de pé

Apoie, faça parte ou venha conhecer de perto o Guardiãs da Floresta.